Paróquia

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Visita Pastoral



D. Paulo Cezar Costa

Representantes da Comunidade N. Senhor das Graças com Dom Paulo Cezar

No período de 22 a 24 de agosto o Santuário São Camilo de Lellis recebeu a visita do Bispo Auxiliar de São Sebastião do Rio Janeiro, Dom Paulo Cezar Costa, que foi acolhido pelo pároco Padre Fábio Eduardo Pinto, pelos paroquianos do Santuário, pelas comunidades Nossa Senhora de Belém, São Sebastião e Nossa Senhora das Graças.




Durante sua Visita Pastoral, no sábado esteve com religiosos de nossa comunidade (Pias Discípulas do Divino Mestre, Ministras e Ministros dos Enfermos, Irmãs Cabrini e Irmãs Oblatas do Santíssimo Redentor).
 Almoçou com a família Belém, visitou o retiro de idosos Bosque da Vovó, encontrou os grupos da Iniciação Cristã (Batismo, Catequese inicial, Perseverança e Crisma), Pastoral da Família, Pastoral dos Jovens e coroinhas, no Santuário, celebrou missa com as crianças, visitou a Chácara do Céu onde celebrou missa na Capela de São Sebastião, e encerrou o dia jantando com os Ministros Extraordinários da Sagrada Comunhão.


No domingo reuniu-se com a dimensão social da paróquia: Ação Social Camiliana (Ambulatório), Bazar, projeto Costurando Cidadania, Biblioteca e Projeto Bem Viver, celebrou missa junto à comunidade do Borel na Capela Nossa Senhora das Graças, almoçou com representantes de pastorais e encontrou com os Conselhos Administrativo e Pastoral, Coordenadores de Capelas e paroquianos.

Religiosas


Encerrou a visita pastoral celebrando a Crisma com o grupo de Iniciação Cristã para jovens e adultos.



Padres da segunda forania

Em sua homilia, em missa concelebrada pelos padres da 2ª forania, D. Paulo lembrou o exemplo que foi e é Maria ao dizer sim ao projeto de Deus. Ela que esteve totalmente disponível para ser mãe do filho de Deus, nosso Salvador. Maria, a primeira discípula de Jesus, nossa a Rainha, cujas atitudes devemos imitar:

“Hoje, somos nós que, imitando Maria, imitando São Camilo, imitando tantos santos, também estamos aqui numa atitude de abertura, de generosidade, num desejo sempre renovado de dizer sim como Maria.

Imagem de São Camilo que D. Paulo Cesar ganhou

Que nós possamos, como discípulos missionários, viver também do sim. Que a nossa vida possa ser sempre o sim renovado ao projeto de Deus, nos doando na igreja, nos doando no mundo. Dando verdadeiramente o testemunho bonito de Jesus Cristo. Que Maria nos assista sempre com seu sim, que ela, Maria, nos conduza sempre também na nossa liberdade a dizermos um sim generoso e a nos doarmos também com generosidade no testemunho de Jesus Cristo nas nossas pastorais dentro das comunidades e na obra de evangelização também”.



Conceição e Janaína Ministras Extraordinárias da Eucaristia, Dom Paulo Cezar, Pe. Fábio E. Pinto, Pe. José Patrício, Coroinhas e Crismandos.


Pastoral da comunicação do Santuário São Camilo de Lellis.
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Apóstolo de ações concretas pelos enfermos



 Apóstolo de ações concretas pelos enfermos / Arqrio
Em sintonia com os católicos do mundo inteiro, os fiéis da Arquidiocese do Rio se preparam para celebrar, no próximo dia 14 de julho, os 400 anos da Páscoa definitiva de um grande santo da Igreja, São Camilo de Lellis. Canonizado no dia 29 de junho de 1746, pelo Papa Bento XIV, foi declarado padroeiro dos enfermos e dos hospitais.
No Rio de Janeiro, o santuário em sua devoção está localizado na Estrada Velha da Tijuca, 45, na Usina, e recebe com frequência inúmeros devotos. Para este ano, a comunidade organizou uma programação especial de eventos para comemorar o dia.
Em 12 de julho, o santuário será palco da quarta edição da Peregrinação Arquidiocesana da Pastoral da Saúde. No dia da memória do santo, 14 de julho, acontecerá a tradicional Bênção da Saúde, às 8h. A missa solene será às 15h, seguida de uma procissão com a imagem do padroeiro. Durante todo o dia, haverá quermesse com música, bazar, barraquinhas de jogos e brincadeiras.
O pároco do santuário, padre Fábio Eduardo Pinto, que também é presidente do Ambulatório de São Camilo, falou sobre a devoção ao santo, o carisma da ordem e os trabalhos sociais desenvolvidos pela comunidade local.
Testemunho de Fé (TF) - Qual o carisma da Ordem dos Ministros dos Enfermos (camilianos)? Como o vivem junto à comunidade?Padre Fábio Eduardo Pinto - O nosso carisma exprime-se nas obras de misericórdia aos doentes, assumindo os serviços do mundo da saúde. Colocamo-nos a serviço da pessoa do doente no seu contexto e na globalidade do seu ser, prestando-lhe os cuidados necessários segundo suas necessidades e nossas capacidades e competências. Portanto, segundo as necessidades do mundo da saúde e os dons próprios de cada coirmão, existirão camilianos enfermeiros, capelães de hospitais, médicos, psicólogos, peritos em Pastoral da Saúde, em Sagrada Escritura, em teologia moral, em antropologia, em administração hospitalar. Resumindo, em todas as ciências humanas e teológicas que, de alguma forma, ajudam a servir melhor o enfermo e a criar ao redor dele, no vasto mundo da saúde, um clima humano e cristão.
TF - Para a ordem e para os fiéis leigos,  o que significa celebrar 400 anos da Páscoa de São Camilo?
Padre Fábio - Com grande alegria os camilianos no mundo todo e os membros da família camiliana (congregações camilianas femininas, institutos seculares e família camiliana leiga) celebram, neste ano de 2014, os quatrocentos anos da partida para o céu de nosso pai Camilo de Lellis (Roma, 15/7/1614). É um fato histórico, comemorado com imenso júbilo e uma preparação digna, sem grandes holofotes, como oportunidade de revitalização de nossa espiritualidade e carisma, para os nossos tempos.
TF - Por que essa ligação de São Camilo com o enfermo?
Padre Fábio - Camilo fez a experiência de enfermidade. No hospital, ele percebeu como os enfermos eram tratados e também como ele foi tratado. Daí, passa a refletir sobre a realidade da doença. Apesar de doente, tratou dos enfermos como de si. Em 1581, com a saúde precária, decidiu tratar dos doentes gratuitamente. Na época, Camilo foi levado a agir assim diante da exploração, desonestidade e falta de escrúpulos dos médicos para com os doentes. Em 1582, Camilo teve a primeira inspiração de instituir uma companhia de homens piedosos que aceitassem, generosamente, a missão de socorrer os pobres enfermos, sem preocupação de recompensa.
 TF - Quais as obras sociais desenvolvidas pela comunidade?
Padre Fábio - Hoje, as entidades camilianas atuam em todo território nacional e além de realizarem a vontade do fundador de estar a serviço daqueles que, em seus desígnios e pensamentos, constituíram seu projeto de vida – os enfermos – também estão presentes em outras não menos importantes e necessitadas áreas como paroquial, formação de religiosos e atividades missionárias, comunitárias e educacionais.
No Rio de Janeiro, residimos na Tijuca, cuidando dos enfermos em várias esferas. Na dimensão paroquial, temos o Santuário São Camilo; na dimensão comunitária, o atendimento no Ambulatório São Camilo, em parceria das Irmãs Ministras dos Enfermos; na dimensão educacional, a Faculdade São Camilo com os cursos de enfermagem e administração. E também estamos presentes na capelania do Hospital São Vicente.
TF - Qual a história de fundação do santuário aqui no Rio?
Padre Fábio - A presença dos camilianos no Rio de Janeiro teve início em 8 de maio de 1939, com o trabalho pastoral em duas capelanias hospitalares. Padre Ludovico Zanol foi o escolhido para iniciar estas atividades, sendo arcebispo Dom Sebastião Leme. A residência inicial foi o hospital onde ele atuava como capelão: primeiramente o Hospital Estácio de Sá, depois o Hospital dos Lázaros, em São Cristóvão. Os primeiros religiosos também foram hóspedes dos religiosos Sacramentinos, junto à Paróquia de Sant’Ana e, com o aumento do número de camilianos destinados a fundar a congregação na então Capital Federal, foi alugada uma casa na Estrada Velha da Tijuca, próxima à atual.

Histórico:
A comunidade São Camilo no Rio foi erigida canonicamente no ano de 1941. Ao final desse mesmo ano, transferiam-se para a residência própria na Usina, no Alto da Boa Vista, junto à área de preservação ambiental da Floresta da Tijuca, onde continuaram incrementando as atividades nas capelanias e difundindo a devoção ao fundador da Ordem de São Camilo.
A devoção ao santo patrono dos doentes cresceu até que a comunidade local decidiu construir um santuário. No início da década de 1960, este começava a ser erguido no terreno adjacente ao ambulatório.
Em 4 de abril de 1966, Dom Jaime de Barros Câmara criou a nova paróquia de São Camilo de Lellis. Nestes mais de 60 anos de presença permanente dos religiosos camilianos no Rio, muitos deles atuaram com bravura, trabalhando na promoção da vida dos fiéis. Agiram sem descanso em diversos hospitais e asilos, também efetivamente na Pastoral da Saúde, no atendimento às pessoas doentes e carentes das favelas próximas, e no apoio aos fiéis que frequentavam o santuário à procura de conforto espiritual.
Atualmente, os camilianos contam com a ajuda de muitos leigos e religiosos de outras congregações. Estão basicamente nas seguintes áreas: capelania do Hospital São Vicente de Paulo; direção do Santuário Paróquia São Camilo de Lellis, e atendimento médico ambulatorial às comunidades carentes por meio do Ambulatório de São Camilo.
(retirado do site de Arquidiocese do Rio de Janeiro: http://arqrio.org/noticias/detalhes/2245/apostolo-de-acoes-concretas-pelos-enfermos, postado : 10/07/2014 13:58 - Atualizado em 10/07/2014 14:13 Por: Igor Marques (igor@testemunhodefe.com.br)

Quarto Centenário da morte de São Camilo



Com alegria e gratidão, a Igreja Católica celebra com os camilianos os 400 anos da morte do santo fundador, ocorrida em Roma, em 14 de julho de 1614. Camilo de Lélis nasceu em 1550, em Bucchianico, nos Abruzzos, na Itália, de família nobre de militares. Com o pai, lutou a serviço de Veneza e da Espanha contra os turcos. Posteriormente, desperdiçou a juventude em vida desordenada. Entregou-se ao vício do jogo e perdeu tudo o que tinha, até a camisa do corpo. Indigente, aceitou um emprego nas novas construções dos capuchinhos, na Manfredônia. Graças a Deus, em 1575, abalado por conversa com um frade capuchinho, meditou sobre seu estado deplorável, caiu de joelhos, em lágrimas, e clamou por misericórdia. Radical e decididamente, mudou o rumo de sua vida.

Ingressando no noviciado capuchinho, não foi aceito na profissão religiosa devido a uma chaga contraída na perna. Dirigiu-se, então, ao Hospital de São Tiago dos Incuráveis, em Roma. Ali viu e tocou a miséria humana: de um lado, os incuráveis e terminais; de outro, o descuido e a insensibilidade de quem deveria assisti-los. A experiência determinou sua vocação religiosa.

Ordenado sacerdote por influência de São Filipe Néri, instituiu uma companhia de “homens pios e probos, que servissem aos doentes não por recompensa, mas por amor de Deus”. A congregação, aprovada por Sisto IV, em 1586, foi elevada à condição de Ordem dos Ministros dos Enfermos, em 1591, por Gregório XIV. À frente dos seus coirmãos, cuidou de pestilentos e moribundos. Formou a primeira assistência ambulatorial junto a tropas militares. Durante uma inundação do rio Tibre, em 1589, salvou os doentes de modo heróico. Percebendo que alguns enfermos eram enterrados vivos, ordenou que, após o último suspiro, as preces fossem continuadas por um quarto de hora, a fim de confirmar a morte. Determinou que não se cobrisse o rosto dos recém-falecidos, conforme o costume, pois, se estivessem ainda vivos, não seriam asfixiados. Tanto zelo integrava também a solicitude espiritual para que os hospitalizados encontrassem a misericórdia divina, pela oração e os sacramentos. No entanto, sofreu graves incompreensões pelo enfrentamento de adversários externos e pela discordância interna. Em 1607, julgou por bem renunciar à função de Superior Geral.
No período luminoso de sua vida, que corresponde à total entrega de si aos adoentados, convivia com a própria dor, qual companheira inseparável, porque permanente e, talvez, difusa pelo corpo, pois padeceu da chaga na perna durante 46 anos, de uma hérnia por 38 anos, dois calos na sola de um dos pés. Portanto, ele próprio precisava de cuidados e os recusava. Ao atingir a etapa conclusiva da vida, outro sofrimento lhe adveio. A comida o repugnava, não a retinha no estômago.
Grande na estatura, gigante na caridade! Assim podemos retratá-lo. Mestre da contemplação de Jesus nos enfermos, nos agonizantes e nos mais precisados, para cuidar deles com amor. Protagonista da contemplação feita na ação, com a disciplina ascética de superação de si. Criador e reformador hospitalar a priorizar o doente e a humanizar os agentes de saúde. Cuidador do físico e do espírito.
A Igreja proclamou São Camilo padroeiro dos doentes e das associações de enfermeiros e dos encarregados da enfermagem. É útil invocá-lo, que o digam seus devotos! É sábio imitá-lo, pois mudou sua vida fútil e vazia, dando-lhe sentido humanitário e oblativo no contato com a condição da miséria humana e com o descaso dos agentes de saúde. Suscita a mudança da vida: fazer o bem aos outros; humanizar as instituições; promover a existência boa, justa e saudável para todos. Enfim, incrementa e atualiza a Pastoral da Saúde como ponto de honra da Igreja.
Em visita a um hospital para dependentes químicos, legado da Jornada Mundial da Juventude, no Rio de Janeiro, o Papa Francisco, em 24 de julho de 2013, o definiu com a seguinte metáfora: “santuário do sofrimento humano”. Importa compreender o alcance do significado da expressão papal e traduzi-lo em práticas cuidadoras, de sorte que nenhum hospital ou casa de saúde seja depósito de pessoas como se elas fossem coisas.
(retirado do site da ArqRio: http://arqrio.org/formacao/detalhes/475/quarto-centenario-da-morte-de-sao-camilo, 
postado: 06/07/2014 00:00 Dom Edson de Castro Homem Bispo Auxiliar da Arquidiocese do Rio de Janeiro)
 
Os ingressos para o tradicional almoço na festividade de São Camilo já estão a venda R$15. A lista para doações para a realização do tradicional almoço na festividade de São Camilo já está disponível .





Dias 7 e 8 de Junho apartir das 16h.

Local: Santuário São Camilo de Lellis

Estrada Velha da Tijuca nº45, Usina, RJ.
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Santuário São Camilo de Lellis Programa da Semana Santa 2014

                                                                                    

De 05 a 11 de abril – Setenário das Dores
“Ó vós todos que passais pelo caminho, detende-vos e vede se há dor semelhante a minha dor.”
19 horas – Santa Missa e meditação sobre as dores de Nossa Senhora.

Programação da Semana Santa



12 de abril - Sábado
19 horas – Missa e Confissões

13 de abril – Domingo de Ramos e da Paixão do Senhor
“Hosana ao Filho de Davi!” (Mt 21, 9)
09 horas – Procissão de Ramos saindo do CIEP (Borel), em direção ao Santuário São Camilo e Celebração da Paixão do Senhor.
Obs: Os ramos serão abençoados somente no início da procissão.
╬       Dia Nacional da Coleta da Solidariedade: Fraternidade tem gesto concreto.
19 horas – Santa Missa (Não haverá benção de Ramos)

14 de abril – Segunda-feira Santa
15 horas – Missa para os enfermos com benção da Saúde.
19:30 – Via Sacra na rua – Vicariato Episcopal Norte. (Não haverá missa do Santuário)

15 de abril – Terça-feira Santa
“Deus não quis poupar seu próprio Filho, mas o entregou por todos nós.” (Rm 8,32)
19 horas – Santa Missa – Encontro de Jesus e Maria no caminho do calvário.

16 de abril – Quarta-feira Santa
“Jesus Cristo se tornou obediente, obediente até a morte numa cruz.” (Fl 2, 8)
19 horas – Santa Missa – Meditação: “As Sete palavras de Jesus na Cruz”.

Tríduo Pascal
“Os fiéis devem viver sua fé na centralidade do Mistério Pascal de Cristo através da Eucaristia, de maneira que toda a sua vida seja cada vez mais eucarística” (DA, 250 e 251)
17 de abril - Quinta-feira da Ceia do Senhor
“Todas as vezes, de fato, que comerdes deste pão e beberdes deste cálice, estareis proclamando a morte do Senhor, até que ele venha.” (1Cor 11, 23-26)
19 horasSolene Celebração do
╬     “Mandamento do Amor (lava-pés), Sacramento do Amor (Eucaristia) e Ministério do Amor (Sacerdócio)”;
╬     Transladação do Santíssimo;
╬     Desnudação do altar e
╬     Adoração ao Santíssimo (todos devem participar)

18 de abril – Sexta-feira Santa – Paixão do Senhor
“Ele foi ferido por causa de nossos pecados.” (Is 52, 5)
Dia de Jejum e abstinência de carne
15 horas – Solene Liturgia
╬     Liturgia da Palavra; Oração Universal; Adoração da Cruz e Comunhão.
╬     Procissão com o Senhor Morto (todos devem trazer velas para a procissão)
Obs.: Recomendamos neste dia silêncio e oração.
18 horas – Teatro: Paixão de Cristo

19 de abril – Sábado Santo
“Não vos assusteis! Vós procurais Jesus de Nazaré que foi crucificado? Ele ressuscitou.” (Mc 16, 6-7)
9 horas – Páscoa das Crianças
19 horas – Solene Vigília Pascal
╬  Celebração da Luz;
╬  Liturgia da Palavra;
╬  Liturgia batismal;
╬  Renovação das promessas do Batismo;
╬  Liturgia Eucarística.

20 de abril – Domingo da Páscoa
“Este é o dia que o Senhor fez para nós: alegremo-nos e nele exultemos!” (Sl 117(118))
09 horas – Procissão do Santíssimo Sacramento
Logo após Missa Festiva da Páscoa do Senhor!
19 horas – Missa
Descrição: São Camilo

Padre Fábio Eduardo Pinto, mi (Pároco)
Santuário São Camilo de Lellis
Estrada Velha da Tijuca, 45
Usina – Rio de Janeiro


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História da Paróquia São Camilo

A presença dos camilianos no Rio de Janeiro tem seu início em 8 de Maio de 1939, com o trabalho pastoral em duas capelanias hospitalares. Padre Ludovico Zanol foi o escolhido para iniciar estas atividades no Rio de Janeiro, sendo cardeal D. Sebastião Leme. A residência inicial foi o hospital onde atuava como capelão: primeiramente Hospital Estácio de Sá, depois o Hospital dos Lázaros, em São Cristóvão. Os primeiros religiosos também foram hóspedes, por algum tempo, dos Religiosos Sacramentinos junto à paróquia de Sant’Ana e, com o aumento do número de camilianos destinados à fundação da então Capital Federal, foi alugada uma casa na Estrada Velha da Tijuca, próxima a atual.

A Comunidade São Camilo do Rio de Janeiro foi erigida canonicamente no ano de 1941. Ao final desse mesmo ano, transferiam-se para a residência própria no tradicional bairro da Tijuca, mais especificamente na Usina, no Alto da Boa Vista, junto à área de preservação ambiental da Floresta da Tijuca, onde continuaram incrementando as atividades nas capelanias e difundindo a devoção ao fundador da Ordem de São Camilo. 

Os religiosos camilianos logo perceberam a realidade de pobreza que a população local estava vivendo. Para atender a comunidade carente da Usina, em Julho de 1942, um grupo de cariocas católicos, em plena solidariedade com os esforços da Sociedade Beneficente de São Camilo, com sede em São Paulo, iniciou a construção de um ambulatório, que foi inaugurado somente em 12 de Setembro de 1944, prestando serviços médicos e ambulatoriais, principalmente à população das comunidades do Borel, Chácara do Céu e Catrambi. Os estatutos da “União Charitas”, que regulavam a finalidade do ambulatório, tinham como objetivo, além de criar um Preventório para atendimento de crianças pobres e doentes, construir também uma Igreja.

A devoção ao santo patrono dos doentes cresceu até decidir a comunidade local a construir um santuário. No início da década de 1960, sendo ainda o Rio de janeiro a capital do Brasil e enquanto Brasília era construída, também o santuário São Camilo começava a ser erguido no terreno adjacente ao ambulatório. No dia 24 de Julho de 1960, foi inaugurada a cúpula do santuário São Camilo, depois de uma novena preparatória e de um tríduo de pregações e de quermesse. Nesse dia, após a procissão, houve uma Missa festiva presidida por Dom Hélder Câmara e abrilhantada pelo coral da Candelária.

Os fatos foram relatados pela revista Vida Camiliana com a seguinte passagem: “Apesar do Mau Tempo, a concorrência de devotos foi espetacular, gente de todos os cantos da Capital! Já se tornou proverbial a devoção dos cariocas a São Camilo! A devoção é sentida e consoladora. O Santuário entrou agora na difícil fase de acabamento. Está, no entanto, funcionando como igreja. (...) O desenho da nova residência está adiantado”.

O Cardeal Arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Jaime de Barros Câmara, nos vários contatos com os padres camilianos, abordava com prazer e grande interesse o assunto da criação da paróquia de são Camilo e dizia, entre outras coisas, que tinha pressa de levar a termo esse seu desejo. O Padre Provincial, cientificado do plano de Sua Eminência, pediu que, quanto antes, fossem iniciadas as práticas necessárias para que a nossa Igreja de São Camilo fosse paróquia. Como nos relata novamente a revista Vida Camiliana, através do Pe. Camilo Simeoni, “Os padres camilianos, então radicados no Rio há mais de 25 anos, prepararam o campo propício para este novo acontecimento, trabalhando na aquisição de um terreno; construíram uma confortável residência religiosa, ergueram o majestoso templo dedicado ao nosso fundador e pai São Camilo de Lellis”.

Em 4 de Abril de 1966, Dom Jaime de Barros Câmara, criou a nova paróquia de São Camilo de Lellis e no dia 10 de Abril de 196, às 19 horas, na presença de grande multidão d fiéis, autoridades eclesiásticas e civis, o nosso estimado Pe. Provincial, representando S. Emcia. Revma. que, por causa de uma forte tromba d’água, estava incomunicável, ilhado em seu palácio, instalou a Paróquia de São Camilo de Lellis e deu posse ao primeiro Pároco na pessoa do Pe. Amândio Luis Fabro. Nestes mais de 60 anos de presença permanente dos religiosos camilianos no Rio de Janeiro, muita coisa se passou, muitos religiosos atuaram bravamente, trabalhando na promoção da vida dos fiéis. Trabalharam incansavelmente em diversos hospitais e asilos, atuaram efetivamente na Pastoral da Saúde, no atendimento ás pessoas doentes e carentes das favelas próximas e no atendimento aos fiéis que frequentavam o santuário á procura de conforto espiritual.

Atualmente, os religiosos camilianos contam com a ajuda de muitos leigos e religiosos de outras congregações. Atuam basicamente nas seguintes áreas: capelania do Hospital São Vicente de Paulo; direção do Santuário Paróquia São Camilo de Lellis e atendimento médico, ambulatorial  às comunidades carentes através do Ambulatório de São Camilo. Também ajudam na animação de Pastoral da Saúde na Arquidiocese São Sebastião do Rio de Janeiro.


(Fonte: Texto extraído do Livro “PARÓQUIAS CAMILIANS NO BRASIL: HISTÓRIA, IDENTIDADE E MISSÃO”, de Pe. Leo Pessini Arlindo Toneta (Orgs.)


Grupos e pastorais Presentes no Santuário:
·        Pastoral do Batismo (Iniciação Cristã);
·        Pastoral da Catequese (Iniciação Cristã);
·        Pastoral da Perseverança (Iniciação Cristã);
·        Pastoral da Crisma (Iniciação Cristã);
·        Pastoral de Liturgia e animação;
·        Círculos Bíblicos;
·        Grupos de oração;
·        Legião de Maria;
·        Pastoral da Saúde;
·        Pastoral Missionária;
·        Pastoral da Família;
·        Serviço Ambulatorial;
·        Ateliê;
·        Formação Bíblica;
·        Bazar;
·        Pastoral da Comunicação;
·        Pastoral do Dízimo;
·        Grupo Jovem;
·        Biblioteca.


Relação de Párocos:


  1.    Pe. Amândio Luiz Fabro – 1966 a 1973;
  2.    Pe. Jorge Davanzo – 1973 a 1978;
  3.    Pe. Ângelo Pigatto – 1978 a 1981;
  4.    Pe. Firmino Pasqual – 1981 a 1983;
  5.    Pe. João Affonso Zago – 1983 a 1986;
  6.    Pe. José Maria Ronchi – 1986 a 1992;
  7.    Pe. Clemente Pasqual – 1992 a 1995;
  8.    Pe. Carlos Toseli – 1995 a 1999;
  9.    Pe. José Carlos Dias Sousa – 1999 a 2006;
  10.    Pe. Zaqueu Geraldo Pinto – 2006 a 2011;
  11.    Pe. Carlos Toseli – 2012;
  12.    Pe. Manoel Roberto de Pinho – 2012 a 2013;
  13.    Pe. Fábio Eduardo Pinto – 2013 ...
     Foto da posse do Padre Fábio Eduardo Pinto